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- Aplicativo "Manejo de Resistência Brasil"
Desenvolvido para auxiliar na escolha de defensivos agrícolas em campo, o aplicativo oferece uma consulta completa sobre a classificação dos fungicidas (ingredientes ativos, grupos químicos e modos de ação). Além disso, ele traz informações essenciais para o manejo da resistência em fungicidas, herbicidas e inseticidas. Com o “Manejo de Resistência Brasil”, você tem acesso a: • Ferramentas para adotar Boas Práticas Agrícolas no controle de resistência; • Orientações para o uso adequado, consciente e eficaz de produtos químicos; • Informações atualizadas sobre as especificações dos produtos registrados no Brasil. Baixe agora e tenha o controle de suas práticas agrícolas na palma da sua mão! Download gratuito no Google Play e na App Store .
- Monitoramento: a linha de frente contra a resistência
O FRAC‑BR estabelece linhas de base (baselines) para medir a sensibilidade dos fungos antes do uso dos fungicidas. Depois disso, realiza o monitoramento rotineiro: os isolados são comparados com o baseline para detectar alterações no EC₅₀. Uma mudança gradual (resistência quantitativa) pode expor a necessidade de ajustes na dosagem, enquanto picos fora do padrão indicam uma resistência qualitativa emergente. Detectar precocemente permite corrigir estratégias e manter fungicidas eficazes. Manejo inteligente começa com dados! Saiba mais sobre o manejo da resistência a fungicidas em nosso site !
- Restrinja o número de tratamentos aplicados por estação
Restringir o número de tratamentos aplicados reduz o número total de aplicações e, portanto, desacelera a seleção de organismos resistentes. Ela pode, inclusive, favorecer o declínio de cepas resistentes que possuem menor capacidade de se multiplicar quando o fungicida não é aplicado ou “fitness penalty”. No entanto, os tratamentos, os quais ainda são aplicados consecutivamente, geralmente atingimos os estágios ativos da doença, quando a seleção da resistência é maior. Desta forma, reduzir o número de aplicações nem sempre retarda proporcionalmente o surgimento da resistência. Por outro lado, interromper o uso do fungicida enquanto o patógeno ainda se multiplica pode permitir que populações mais sensíveis voltem a predominar. Manejo inteligente vai além de reduzir aplicações. Exige estratégia e conhecimento do ciclo da doença. Saiba mais em nosso site!
- Boas práticas: misturas, rotação e dosagem correta
Para o manejo da resistência, o FRAC‑BR recomenda: • Misturas de fungicidas com diferentes modos de ação (reduzem a pressão seletiva); • Rotação/alternância entre grupos químicos, evitando repetição e utilizar fungicidas multissítio; • Respeito à dosagem indicada: aplicar abaixo do mínimo pode acelerar a resistência, e doses erráticas também são prejudiciais. Essas práticas retardam a seleção de fungos resistentes e prolongam a eficácia dos produtos em campo. A chave é a disciplina e o planejamento!
- Fungicidas ISDH
Os fungicidas ISDH foram descobertos há mais de 40 anos. Devido ao espectro limitado de doenças com recomendação de aplicação da ‘primeira geração’ de carboxamidas, a resistência sob condições de campo permaneceu restrita a poucas culturas e patossistemas, ocorrendo primariamente em Basidiomicetos. Por isso, limitar o número de aplicações deste grupo é fundamental para prevenir o surgimento de resistência. Os fungicidas ISDH atuam na enzima succinato desidrogenase (SDH), essencial para a respiração celular. A SDH é formada por quatro subunidades (A, B, C e D), e o sítio de ação dos ISDHs envolve as subunidades B, C e D. Mutações nessas subunidades podem reduzir a sensibilidade ao fungicida. Entender a estrutura da SDH e os mecanismos de mutação é essencial para o manejo eficaz da resistência aos fungicidas ISDHI. Acesse nosso site e veja as recomendações do FRAC-BR para o manejo da resistência aos fungicidas.
- Fungicidas SBI
Existem quatro grupos de fungicidas que compreendem os Inibidores da Biossíntese de Esteróis (SBIs) dos quais três grupos (G1 a G3) são usados como fungicidas agrícolas: Inibidores de desmetilação (DMIs), aminas (anteriormente chamadas morfolinas) e Inibidores de Ceto-Redutase (KRIs). Todos os grupos inibem alvos dentro da via fúngica de biossíntese de esteróis, porém, diferem com relação a alvos que eles inibem, de forma que cada grupo tem seu próprio número de código FRAC. Os fungicidas base SBI representam uma classe importante de fungicidas agrícolas. Eles contribuem grandemente à produção agrícola mundial.
- Consulte os modos de ação dos fungicidas
Está disponível para download gratuito em nosso site o pôster com a classificação do modo de ação dos fungicidas. O conhecimento dessas informações auxilia na tomada de decisão a campo para a adoção das Boas Práticas Agrícolas na prevenção e manejo das problemáticas relacionadas a fungicidas nas diferentes culturas agrícolas, sempre seguindo as especificações contidas nos rótulos e bulas dos produtos registrados no Brasil. Acesse o nosso site e confira o documento ( frac-br.org/modo-de-acao )!
- Os modos de ação dos fungicidas
Fungicidas inibem o crescimento fúngico interferindo em processos celulares críticos. O Modo de ação (MDA) refere-se ao processo celular específico inibido por um fungicida em particular. O FRAC-BR atualmente relaciona 11 modos de ação. Dentro de cada modo de ação, existem específicos sítios de ação. Estes sítios de ação ou sítios alvo são enzimas específicas em um processo celular às quais os fungicidas ligam-se. Por exemplo, tanto fungicidas IQE (estrobilurinas) como fungicidas ISDH (carboxamidas) compartilham o mesmo MDA (inibição da respiração), porém, têm diferentes sítios de ação na via respiratória; carboxamidas inibem o complexo II, enquanto as estrobilurinas inibem o complexo III. Saber o modo de ação dos fungicidas é muito importante para eficiência no controle de doenças, manejo de resistência, escolha adequada do método de controle em campo e minimizar riscos de danos à cultura e ao meio ambiente. Consulte em nosso site a classificação dos fungicidas de acordo com o modo de ação e grupo químico!
- Não use o mesmo produto exclusivamente
Aplique-o como mistura com um ou mais fungicidas de diferentes modos de ação ou como componente em rotação ou alternância de diferentes tratamentos fungicidas. Compostos “acompanhantes” ou “parceiros”, ajudam a reduzir a pressão seletiva exercida pelos fungicidas e inibem o crescimento de biótipos resistentes. O composto acompanhante pode ser multissítio, com baixo risco de resistência, ou um fungicida de sítio de ação único sem resistência cruzada com seu parceiro. A estratégia de misturas formuladas de dois fungicidas diferentes é amplamente recomendada pela indústria e órgãos especializados. Essas misturas são vantajosas para o controle de diversos patógenos e oferecem maior duração da proteção. As misturas ajudam a proteger fungicidas de maior risco e mantêm a eficácia do composto acompanhante. Consulte as recomendações do FRAC-BR para manejo da resistência aos fungicidas em nosso site!
- Principais mecanismos de resistência dos fungicidas
São quatro os principais mecanismos através dos quais os fungos podem se tornar resistentes a fungicidas. Conheça cada um deles! • Alteração do sítio-alvo : Mutação no DNA fúngico altera o local onde o fungicida atua, reduzindo a sensibilidade fúngica. É como se a fechadura mudasse e a chave não funcionasse mais. • Desintoxicação/metabolismo do fungicida : Modificação do fungicida para uma forma não-tóxica que deixa de ser prejudicial à célula. • Superexpressão do alvo : Produz grandes quantidades da enzima-alvo do fungicida, aumentando a chance do organismo manter os processos vitais em funcionamento, mesmo com a presença do produto. • Exclusão por bombas de efluxo : Células fúngicas podem usar bombas celulares para expulsar o fungicida antes que ele faça efeito. Em alguns casos, essas bombas eliminam vários tipos de fungicidas, levando à resistência a múltiplos fungicidas. Por isso, rotacione modos de ação e siga as boas práticas de manejo para preservar a eficácia dos fungicidas!
- Saiba mais sobre o manejo de resistência de fungicidas
O FRAC Brasil está compartilhando vídeos incríveis para te ajudar a entender como manejar a resistência e melhorar o controle das doenças fúngicas nas suas culturas! No conteúdo, você vai aprender sobre: • Conceitos; • Como prevenir a resistência; • Boas práticas no uso de fungicidas; E muito mais! Assista aos vídeos do FRAC Brasil e fique por dentro das melhores práticas para proteger suas culturas.
- Como a resistência a fungicidas se desenvolve?
O desenvolvimento da resistência a fungicidas é um processo mais complexo do que pode parecer. Ele é influenciado por diversos fatores, como o sistema de cultivo, as características do patógeno, o tipo de fungicida, as condições climáticas e, o mais importante, a habilidade e o comprometimento dos produtores em adotar estratégias eficazes de manejo da resistência. O manejo responsável é fundamental para combater a resistência e garantir a eficácia dos fungicidas a longo prazo! Para mais informações, acesse nosso site: frac-br.org



















