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O que é resistência cruzada?
A resistência cruzada ocorre quando uma população de patógenos resistente a um fungicida também passa a apresentar resistência a outros fungicidas que possuem o mesmo modo de ação ou que são afetados pela mesma mutação gênica. Em geral, esse fenômeno ocorre porque esses fungicidas compartilham o mesmo sítio-alvo bioquímico ou atuam sobre o mesmo processo metabólico do patógeno. Assim, mesmo sendo moléculas diferentes, o mecanismo de ação é semelhante. Fungicidas de sítio espe
há 3 dias


A classificação dos fungicidas
Você sabia que fungicidas diferentes agem de formas distintas no fungo? Esses modos de ação são essenciais para planejar estratégias de manejo de resistência. Alguns pontos importantes: • Dentro de cada modo de ação existem sítios-alvo específicos, como enzimas nas vias metabólicas fúngicas. • Já fungicidas com diferentes modos de ação podem ser usados em rotação ou mistura estratégica, o que ajuda a reduzir a pressão de seleção sobre uma única classe química. O FRAC-BR dispo
21 de abr.


Diversidade química
A disponibilidade de diferentes grupos químicos e mecanismos de ação para o controle de doenças em culturas é essencial para uma agricultura mais sustentável e eficiente, pois reduz a pressão de seleção exercida sobre o patógeno, diminuindo o risco de evolução da resistência. Por isso, a diversidade química é um dos pilares do manejo da resistência. A adoção de diferentes modos de ação, múltiplos sítios de atuação e a manutenção de variadas classes químicas ampliam as estraté
14 de abr.


O estabelecimento da resistência em populações de patógenos
Quando um fungicida é aplicado, inicia-se um processo de seleção: os indivíduos sensíveis são eliminados, enquanto os mutantes resistentes têm maior chance de sobreviver e se multiplicar. Com aplicações repetidas, populações resistentes podem crescer até atingir níveis detectáveis, levando a falhas de controle. A resistência aos fungicidas é, por natureza, hereditária. Ela se estabelece a partir de alterações genéticas que já podem existir dentro da população do patógeno, mes
7 de abr.


Risco de patógenos
De forma geral, o risco de um patógeno desenvolver resistência tende a ser maior quando: • Apresenta múltiplos ciclos curtos de doença por safra; • Possui alta dispersão de esporos no tempo e no espaço; • Depende de recombinação sexual obrigatória em seu ciclo; • Mantém alta capacidade competitiva, mesmo na ausência da pressão de fungicidas; • Desenvolve resistência em poucos anos de uso do produto. É importante destacar que a simples detecção de isolados com sensibilidade re
31 de mar.


Manejo da resistência aos fungicidas: atenção à dose!
Manter a dosagem recomendada pelo fabricante é fundamental, pois: • Garante o desempenho esperado do fungicida em diferentes condições; • Preserva a margem de segurança da aplicação; • Reduz o risco de seleção de populações resistentes, especialmente aquelas com níveis iniciais de resistência que podem evoluir ao longo do tempo. Embora a relação entre dose e resistência possa variar conforme o fungicida e o patógeno, evidências teóricas e experimentais indicam que a redução d
24 de mar.


Baseline: um pilar para o manejo da resistência aos fungicidas
O baseline descreve a sensibilidade de um grupo de isolados a um determinado fungicida ao qual eles não haviam sido previamente expostos. É um passo essencial para entender como uma população patogênica responde a novos ingredientes ativos. Esse processo técnico permite estabelecer parâmetros confiáveis para avaliar mudanças de sensibilidade ao longo do tempo, apoiando decisões regulatórias, científicas e de manejo em campo. O baseline é construído a partir de métodos padroni
17 de mar.


Por que é preciso conhecer os modos de ação?
Uma das principais estratégias do manejo da resistência é a rotação de fungicidas. Para que essa prática seja eficaz, o conhecimento do modo de ação dos produtos é fundamental. Por esse motivo, os rótulos apresentam informações sobre os modos de ação, auxiliando na escolha adequada do fungicida e incentivando a adoção das boas práticas no campo. Conhecer os modos de ação permite evitar o uso simultâneo de defensivos com o mesmo modo de ação para a mesma praga-alvo, rotacionar
10 de mar.


Fungicidas Inibidores da Quinona externa (IQe, "estrobilurinas")
Os fungicidas do grupo IQe (Grupo 11) atuam inibindo a produção de energia dos fitopatógenos ao bloquear a transferência de elétrons no local de ligação da Quinona externa (Qe) do complexo bc1 do citocromo. Por compartilharem o mesmo sítio-alvo, apresentam alta eficácia, mas também maior risco de seleção de resistência cruzada quando utilizados sem manejo adequado e sem a devida rotação entre modos de ação. Com amplo espectro, os IQes controlam patógenos como ascomicetos, bas
3 de mar.
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