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Baseline: um pilar para o manejo da resistência aos fungicidas
O baseline descreve a sensibilidade de um grupo de isolados a um determinado fungicida ao qual eles não haviam sido previamente expostos. É um passo essencial para entender como uma população patogênica responde a novos ingredientes ativos. Esse processo técnico permite estabelecer parâmetros confiáveis para avaliar mudanças de sensibilidade ao longo do tempo, apoiando decisões regulatórias, científicas e de manejo em campo. O baseline é construído a partir de métodos padroni
há 6 dias


Por que é preciso conhecer os modos de ação?
Uma das principais estratégias do manejo da resistência é a rotação de fungicidas. Para que essa prática seja eficaz, o conhecimento do modo de ação dos produtos é fundamental. Por esse motivo, os rótulos apresentam informações sobre os modos de ação, auxiliando na escolha adequada do fungicida e incentivando a adoção das boas práticas no campo. Conhecer os modos de ação permite evitar o uso simultâneo de defensivos com o mesmo modo de ação para a mesma praga-alvo, rotacionar
10 de mar.


Fungicidas Inibidores da Quinona externa (IQe, "estrobilurinas")
Os fungicidas do grupo IQe (Grupo 11) atuam inibindo a produção de energia dos fitopatógenos ao bloquear a transferência de elétrons no local de ligação da Quinona externa (Qe) do complexo bc1 do citocromo. Por compartilharem o mesmo sítio-alvo, apresentam alta eficácia, mas também maior risco de seleção de resistência cruzada quando utilizados sem manejo adequado e sem a devida rotação entre modos de ação. Com amplo espectro, os IQes controlam patógenos como ascomicetos, bas
3 de mar.


Recomendações gerais para uso de fenilamidas em Cereais e Milho
As recomendações gerais para uso de produtos base fenilamida permanecem inalteradas desde 1997. As orientações chave (“guarda-chuva”) para uso do produto são as seguintes (elas devem ser adaptadas aos requisitos locais e níveis de resistência). Para tratamento de sementes, recomenda-se: • A fenilamida usada como tratamento da semente é considerada, no geral, menor risco de desenvolvimento de resistência; • Aplicações foliares ou de sulco de fenilamida contendo produtos na cul
24 de fev.


Vazio sanitário e calendarização: aliados no controle da ferrugem
No combate à ferrugem-asiática da soja, o FRAC‑Brasil destaca duas ações fundamentais: Vazio sanitário: 60 dias sem soja para reduzir inóculo e populações resistentes. Calendarização de plantio: semeadura antecipada dentro do cronograma evita exposições repetidas a fungicidas, reduzindo pressão de seleção. Essas medidas são essenciais para manter a soja produtiva e sustentável no Brasil, prevenindo perdas e garantindo o desempenho dos fungicidas. Para mais informações, confir
17 de fev.


Aplicativo "Manejo de Resistência Brasil"
Desenvolvido para auxiliar na escolha de defensivos agrícolas em campo, o aplicativo oferece uma consulta completa sobre a classificação dos fungicidas (ingredientes ativos, grupos químicos e modos de ação). Além disso, ele traz informações essenciais para o manejo da resistência em fungicidas, herbicidas e inseticidas. Com o “Manejo de Resistência Brasil”, você tem acesso a: • Ferramentas para adotar Boas Práticas Agrícolas no controle de resistência; • Orientações para o us
10 de fev.


Monitoramento: a linha de frente contra a resistência
O FRAC‑BR estabelece linhas de base (baselines) para medir a sensibilidade dos fungos antes do uso dos fungicidas. Depois disso, realiza o monitoramento rotineiro: os isolados são comparados com o baseline para detectar alterações no EC₅₀. Uma mudança gradual (resistência quantitativa) pode expor a necessidade de ajustes na dosagem, enquanto picos fora do padrão indicam uma resistência qualitativa emergente. Detectar precocemente permite corrigir estratégias e manter fungicid
3 de fev.


Restrinja o número de tratamentos aplicados por estação
Restringir o número de tratamentos aplicados reduz o número total de aplicações e, portanto, desacelera a seleção de organismos resistentes. Ela pode, inclusive, favorecer o declínio de cepas resistentes que possuem menor capacidade de se multiplicar quando o fungicida não é aplicado ou “fitness penalty”. No entanto, os tratamentos, os quais ainda são aplicados consecutivamente, geralmente atingimos os estágios ativos da doença, quando a seleção da resistência é maior. Desta
27 de jan.


Boas práticas: misturas, rotação e dosagem correta
Para o manejo da resistência, o FRAC‑BR recomenda: • Misturas de fungicidas com diferentes modos de ação (reduzem a pressão seletiva); • Rotação/alternância entre grupos químicos, evitando repetição e utilizar fungicidas multissítio; • Respeito à dosagem indicada: aplicar abaixo do mínimo pode acelerar a resistência, e doses erráticas também são prejudiciais. Essas práticas retardam a seleção de fungos resistentes e prolongam a eficácia dos produtos em campo. A chave é a disc
20 de jan.
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