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Aplicativo "Manejo de Resistência Brasil"
Desenvolvido para auxiliar na escolha de defensivos agrícolas em campo, o aplicativo oferece uma consulta completa sobre a classificação dos fungicidas (ingredientes ativos, grupos químicos e modos de ação). Além disso, ele traz informações essenciais para o manejo da resistência em fungicidas, herbicidas e inseticidas. Com o “Manejo de Resistência Brasil”, você tem acesso a: • Ferramentas para adotar Boas Práticas Agrícolas no controle de resistência; • Orientações para o us
há 4 dias


Monitoramento: a linha de frente contra a resistência
O FRAC‑BR estabelece linhas de base (baselines) para medir a sensibilidade dos fungos antes do uso dos fungicidas. Depois disso, realiza o monitoramento rotineiro: os isolados são comparados com o baseline para detectar alterações no EC₅₀. Uma mudança gradual (resistência quantitativa) pode expor a necessidade de ajustes na dosagem, enquanto picos fora do padrão indicam uma resistência qualitativa emergente. Detectar precocemente permite corrigir estratégias e manter fungicid
3 de fev.


Restrinja o número de tratamentos aplicados por estação
Restringir o número de tratamentos aplicados reduz o número total de aplicações e, portanto, desacelera a seleção de organismos resistentes. Ela pode, inclusive, favorecer o declínio de cepas resistentes que possuem menor capacidade de se multiplicar quando o fungicida não é aplicado ou “fitness penalty”. No entanto, os tratamentos, os quais ainda são aplicados consecutivamente, geralmente atingimos os estágios ativos da doença, quando a seleção da resistência é maior. Desta
27 de jan.


Boas práticas: misturas, rotação e dosagem correta
Para o manejo da resistência, o FRAC‑BR recomenda: • Misturas de fungicidas com diferentes modos de ação (reduzem a pressão seletiva); • Rotação/alternância entre grupos químicos, evitando repetição e utilizar fungicidas multissítio; • Respeito à dosagem indicada: aplicar abaixo do mínimo pode acelerar a resistência, e doses erráticas também são prejudiciais. Essas práticas retardam a seleção de fungos resistentes e prolongam a eficácia dos produtos em campo. A chave é a disc
20 de jan.


Fungicidas ISDH
Os fungicidas ISDH foram descobertos há mais de 40 anos. Devido ao espectro limitado de doenças com recomendação de aplicação da ‘primeira geração’ de carboxamidas, a resistência sob condições de campo permaneceu restrita a poucas culturas e patossistemas, ocorrendo primariamente em Basidiomicetos. Por isso, limitar o número de aplicações deste grupo é fundamental para prevenir o surgimento de resistência. Os fungicidas ISDH atuam na enzima succinato desidrogenase (SDH), esse
13 de jan.


Fungicidas SBI
Existem quatro grupos de fungicidas que compreendem os Inibidores da Biossíntese de Esteróis (SBIs) dos quais três grupos (G1 a G3) são usados como fungicidas agrícolas: Inibidores de desmetilação (DMIs), aminas (anteriormente chamadas morfolinas) e Inibidores de Ceto-Redutase (KRIs). Todos os grupos inibem alvos dentro da via fúngica de biossíntese de esteróis, porém, diferem com relação a alvos que eles inibem, de forma que cada grupo tem seu próprio número de código FRAC.
7 de jan.


Consulte os modos de ação dos fungicidas
Está disponível para download gratuito em nosso site o pôster com a classificação do modo de ação dos fungicidas. O conhecimento dessas informações auxilia na tomada de decisão a campo para a adoção das Boas Práticas Agrícolas na prevenção e manejo das problemáticas relacionadas a fungicidas nas diferentes culturas agrícolas, sempre seguindo as especificações contidas nos rótulos e bulas dos produtos registrados no Brasil. Acesse o nosso site e confira o documento ( frac-br.o
6 de jan.


Os modos de ação dos fungicidas
Fungicidas inibem o crescimento fúngico interferindo em processos celulares críticos. O Modo de ação (MDA) refere-se ao processo celular específico inibido por um fungicida em particular. O FRAC-BR atualmente relaciona 11 modos de ação. Dentro de cada modo de ação, existem específicos sítios de ação. Estes sítios de ação ou sítios alvo são enzimas específicas em um processo celular às quais os fungicidas ligam-se. Por exemplo, tanto fungicidas IQE (estrobilurinas) como fungic
23 de dez. de 2025


Não use o mesmo produto exclusivamente
Aplique-o como mistura com um ou mais fungicidas de diferentes modos de ação ou como componente em rotação ou alternância de diferentes tratamentos fungicidas. Compostos “acompanhantes” ou “parceiros”, ajudam a reduzir a pressão seletiva exercida pelos fungicidas e inibem o crescimento de biótipos resistentes. O composto acompanhante pode ser multissítio, com baixo risco de resistência, ou um fungicida de sítio de ação único sem resistência cruzada com seu parceiro. A estraté
16 de dez. de 2025
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